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Parentes e amigos da soldado Gisele realizaram um protesto em frente à corregedoria da Polícia Militar na Estação da Luz, no centro de São Paulo, buscando respostas sobre a morte dela. A soldado foi encontrada com marcas de tiro na cabeça em seu apartamento, onde vivia com o marido, o tenente-coronel Geraldo Neto.
A mãe de Gisele afirmou que não acredita na hipótese de suicídio, destacando que sua filha havia pedido ajuda para sair do relacionamento. José Simonal, pai de Gisele, também relatou que a filha manifestou o desejo de deixar o marido devido a agressões psicológicas.
Geraldo alegou ter encontrado a esposa morta após ouvir um tiro enquanto estava no banho, afirmando que a arma usada pertencia a ele. Contudo, a família questiona essa versão, ressaltando que Geraldo contatou inicialmente um amigo desembargador ao invés de buscar socorro imediato.
O protesto também levantou denúncias prévias de assédio moral e sexual contra Geraldo em seu batalhão, e os manifestantes exigem uma investigação transparente devido à sua alta patente. O caso ocorreu em um edifício de luxo próximo à estação Brás. A comunidade mantém a pressão por respostas rápidas das autoridades responsáveis pela investigação do caso trágico da soldado Gisele.
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