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Eva Cristina viveu uma situação inesperada ao tentar recuperar seu carro apreendido durante uma blitz em Guarulhos. Após juntar o dinheiro necessário para a retirada do veículo do pátio local, ela descobriu que seu carro havia sido transferido sem aviso prévio para São Bernardo do Campo. Ao chegar lá, Eva se surpreendeu com um aumento exorbitante no custo de liberação: o valor inicial de pouco mais de R$ 1.000 subiu para R$ 16 mil.
A história chamou a atenção do Xerife do Consumido, Jorge Wilson, que constatou que outros motoristas também enfrentavam problemas semelhantes. A confusão levou todos à delegacia e resultou na promessa das autoridades locais de resolverem os casos.
O problema começou quando Eva encontrou discrepâncias nos documentos emitidos pelo Detran sobre as taxas cobradas pela estadia no pátio. O erro estava relacionado à data da infração registrada incorretamente como sendo em agosto, quando o correto seria novembro.
Carlos e Wilson eram dois muitos motoristas confrontados com valores inflacionados pelos pátios municipais.
Após intervenção direta nas negociações entre os consumidores e as autoridades responsáveis, houve uma redução significativa nos valores cobrados indevidamente. Carlos conseguiu liberar seu carro pagando menos da metade do preço inicialmente exigido; Wilson teve sucesso semelhante após ajustar suas taxas conforme estipulado pelo Detran. Eva também conseguiu seu veículo de volta pagando R$ 1.700.
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